Alunos retornam nesta segunda-feira


Os alunos da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) e usuários do Grupo de Convivência da instituição, retornam nesta segunda-feira, dia 17. Na última semana, a Jornada Pedagógica contou com formações, entrevistas com pais, acolhida e organização das salas.


A manhã do dia 10 de fevereiro foi marcada por uma recepção para professores e monitores. A equipe foi recebida com um café da manhã pela direção, presidente Régis Luis Kunrath e pelo Promotor da Infância e Juventude Sérgio da Fonseca Diefenbach. Segundo a diretora Ana Paula Rech, o retorno da equipe pedagógica, inicia um novo ciclo na Apae. “O primeiro reencontro da equipe deve ser festivo, de integração e também motivador. Estabelecemos as metas e objetivos, retomamos o papel de cada profissional nas engrenagens da Apae, além dos compromissos e responsabilidades”.


O promotor acolheu a equipe e falou sobre a importância dos serviços especializados, mas também do quanto profissionais e alunos são seres dotados de emoções e que cada vez é preciso olhar o outro como um ser completo. A rotina da manhã seguiu com reunião da equipe.


A diretora Ana Paula deseja a todas as famílias, alunos e profissionais um ano cheio de novos desafios e um trabalho sério e comprometido com a causa da pessoa com deficiência.


Na terça (11) e quarta-feira (12) os professores aguardaram as famílias para as entrevistas e conversas privadas. Na quinta-feira (13) organizaram as salas de aula para esperar os alunos e na sexta-feira (14) durante o dia, ocorreu no salão de eventos da Apae, a formação para professores e monitores sobre a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e o Referencial Curricular Gaúcho (RCG) com a professora Neusa Dembogurski da Secretaria Estadual da Educação (Seduc) e a professora Ana Rita Bagestan, membro do Grupo de Trabalho do Estudo e Implementação da BNCC.


Base Nacional Comum Curricular


Na formação, os professores da Apae entenderam melhor os direitos de aprendizagem e as 10 Competências Gerais da Base Nacional Comum Curricular. “Não existe um diferencial apontado na BNCC para trabalhar com pessoas com deficiência. O que precisa é uma abordagem, uma metodologia diferente, mas os direitos de aprendizagens são a garantia de que as crianças irão aprender, independente das defasagens cognitivas ou não”, diz Neusa.


A palestrante buscou auxiliar os professores a compreenderem a BNCC, como referência nacional para o desenvolvimento do Referencial Curricular Gaúcho, orientando as práticas e aquilo que se espera que os alunos aprendam ao longo da escola básica. “Busquei apoiar os profissionais a se conectarem as Competências Gerais com os Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento nos diversos campos de experiência, para que compreendam que essas aprendizagens devem acontecer de forma articulada”.


Neusa estimulou os professores a refletirem sobre as novas práticas e atitudes que precisam incorporar para que a docência seja mais efetiva.




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